segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Aprazível

Vento que sussurra pela noite
Vá de encontro ao meu Amor
Toque em seu coração
Entregando-lhe em mãos
Meu mais precioso tesouro
Este que não reluz a ouro vistoso
Que em seu contorno
Não és cravejado por diamantes
-Oh Vento que sussurra pela noite
Vá ao longe mundo distante
Leve consigo em seus braços arrebatadores
Este meu clamor de amor
Entregue em mãos certas
Aquelas de toque sutil e amável
Estas palavras que sussurro
-ESTOU A MORRER DE AMORES POR VOCÊ
Estas que vos digo em tormento
No escuro da noite
No silencio do mundo
Foragido da morte
Esperando por meu Amor
Vá depressa
Vá rápido com a licença da urgência
Pois meu coração pulsa em acelero
Querendo nos braços de meu Amor
Já na próxima noite repousar
Quero tê-la junto ao peito
Envolta por meus olhos curiosos
Acariciando seu rosto tênue
Enquanto velo por seu sono tranqüilo
Imaginando seus sonhos
Querendo ser deles ao menos parte
Vá depressa
Vá rápido com a licença da urgência
Tocar o coração do meu Amor
Pois a noite angustiante me consome
Perdendo-me no labirinto da incerteza
Preste a mergulhar
Junto ao abismo da loucura
Pois sem este amor não quero ficar

...
Autor: Welton Machado Guimarães
Criado em: São Paulo, 30 de novembro de 2008

Brinquedo

Guilherme Belmont

Fui forjado a ferro e fogo,
num estaleiro qualquer.
Batizado com champanhe
pelas mãos duma mulher.

Aos lugares mais remotos,
fui lançado em alto-mar.
Endereços ignotos...
O oceano foi meu lar.

Vi geleiras, icebergs,
sóis a pino, vendavais.
Persegui aves migrantes
por entre ilhas tropicais.

Zarpei, singrei, naveguei.
Conheci povos distantes:
malandros gentis, mascates,
bucaneiros, almirantes.

Afundei barcos piratas,
mil façanhas, aventuras.
Foram tantas águas turvas,
outras limpas, doces, puras.

Muitos anos se passaram.
Perdi muito o meu encanto.
Nem mais ondas, nem mais ventos,
Naufraguei em qualquer canto.

Hoje, velho e encalhado,
eu revelo meu segredo:
Fui um sonho de criança,
um barquinho de brinquedo.

ROUBO DAS IDÉIAS

Roubar é um ato cruel:
Um alfinete, um banco, um papel -
Enfim: não importa o objeto roubado.
Esse ato é cruel àquele que foi surrupiado.
Mas talvez o roubo mais feio
É aquele em que o sujeito
Se apossa da idéia alheia...
E passa semear a centelha
Da chama que não lhe pertence....
Fazendo com que outros pensem,
Que os versos elaborados
Foram por ele lapidados
Com paciência e primor;
Por certo desconhece o amor
Ao próximo e ao que penou na cruz...
Desconhece o ensinamento do nosso senhor Jesus...

Isaías Gresmés 29/11/2008

Poema idealizado para campanha pelo respeito
aos direitos autorais idealizado pela Betânia.

AGRADECIMENTOS

De Sônia Eduardo

Obrigado, professora Sílvia Neves pelo carinho, pela sensibilidade, pelo encorajamento, mas acima de tudo...
obrigado pela grande contribuição que você oferece a todos os seus alunos, no crescimento intelectual, incentivo o pensar, o crescer.
Te considero, uma grande educadora, e ouso a fazer minhas as palavras de Augusto Cury.
Que você seja um grande empreendedor. Quando empreender, não tenha medo de falhar. Quando falhar, não tenha receio de chorar. Quando chorar, repense a sua vida, mas não recue. Dê sempre uma nova chance para si mesmo.
Encontre um oásis em seu deserto. Os perdedores vêem os raios. Os vencedores vêem a chuva e a oportunidade de cultivar. Os perdedores paralisam-se diante das perdas e dos fracassos. Os vencedores começam tudo de novo.
Saiba que o maior carrasco do ser humano é ele mesmo. Não seja escravo dos seus pensamentos negativos. Liberte-se da pior prisão do mundo: o cárcere da emoção. O destino raramente é inevitável, mas sim uma escolha. Escolha ser um ser humano consciente, livre e inteligente.
Sua vida é mais importante do que todo o ouro do mundo. Mais bela que as estrelas: obra-prima do Autor da vida. Apesar dos seus defeitos, você não é um número na multidão. Ninguém é igual a você no palco da vida. Você é um ser humano insubstituível.

De Sivia Neves

Sonia,

Fico deveras emocionada com a sinceridade de suas palavras e com seu imenso carinho por mim. Estou muito feliz por você participar e escrever na Comunidade porque você escreve muito bem e as vezes não tem oportunidades para expor seus textos. Aqui é o local. Todos gostam de ler, escrever, participar. Eu já li vários textos belíssimos de sua autoria. Poste-os. Apreciarei lê-los novamente. Gostei das palavras do Augusto Cury escolhidas por você. Só que vou te contar um segredinho....Não tenho paciencia de ler Augusto Cury de forma alguma....Pode? O bom é que vocês lêem e me contam a respeito.

Um abraço, querida....