Maynomy Beija-flor
Meu poeta...
Leio-te com amor sincero
Admiração encantamento esmero
Pintando relva em tom verso
Conspiração desse universo
Que flutua em vento mudo
Ah...! Quem dera tivesse tudo
Água, que, no cristalizar do olhar
Apagasse fogo tão absurdo
E no ar de leveza tão sublime
Fizesse-te sentir meu cheiro
Perfume da terra pura
Firme solo de pisar maneiro
Paladar que gosto matura
E em contagem de luas
Seguir cantando
Leis tuas
Amor...
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sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
Bendito provocar
Maynomy beija-flor
Na fonte dos desejos
Encerro meus anseios
Procuro além do muro
Segurar o murmúrio
Do ferro ao fofo
Lamento insosso
Quase dando mofo
Doendo no osso
Guardiã da magia
Ora somente jia
Caiu no penhasco
Querendo damasco
De luz amarela
Iluminava aquarela
Aquele bendito
Derreteu como vela
De fácil apagar
Mora na terra, ama no mar
Cantarolando a paixão
Lhe dá coração
Faça-a então
Qual gato a brincar
Rolando o novelo
Batendo com a mão
Joga pra lá joga pra cá
Que nem criança com maracá
Balança... Sacode o respeito!
Por fim... Te adoro desse jeito!
Na fonte dos desejos
Encerro meus anseios
Procuro além do muro
Segurar o murmúrio
Do ferro ao fofo
Lamento insosso
Quase dando mofo
Doendo no osso
Guardiã da magia
Ora somente jia
Caiu no penhasco
Querendo damasco
De luz amarela
Iluminava aquarela
Aquele bendito
Derreteu como vela
De fácil apagar
Mora na terra, ama no mar
Cantarolando a paixão
Lhe dá coração
Faça-a então
Qual gato a brincar
Rolando o novelo
Batendo com a mão
Joga pra lá joga pra cá
Que nem criança com maracá
Balança... Sacode o respeito!
Por fim... Te adoro desse jeito!
Pirraça de graça
Maynomy beija-flor
Rodopio no cio, tento um disfarce
Boba loba perdida na madrugada
Esperando um que só lhe abrace
Pra se perder pura em sua morada
Boneca de pano soa no piano
Tenta tocar, se move faz dança
Perde o acorde refaz o plano
Chora e grita que nem criança
Colore o mundo e pinta a cara
Menina teimosa, não veste rosa
Não gosta de gente, mas ela encara
E muda a prosa, ficando formosa
Encanta o palhaço solto no espaço
Que brinca com tudo fazendo pirraça
Instiga a menina, lhe joga o laço
Tocando o coração, fazendo graça
Lindo palhaço que chora escondido
Encantando o mundo já não divertido
Fazendo da dor sua grande alegria
Reinando num mundo de só poesia
Rodopio no cio, tento um disfarce
Boba loba perdida na madrugada
Esperando um que só lhe abrace
Pra se perder pura em sua morada
Boneca de pano soa no piano
Tenta tocar, se move faz dança
Perde o acorde refaz o plano
Chora e grita que nem criança
Colore o mundo e pinta a cara
Menina teimosa, não veste rosa
Não gosta de gente, mas ela encara
E muda a prosa, ficando formosa
Encanta o palhaço solto no espaço
Que brinca com tudo fazendo pirraça
Instiga a menina, lhe joga o laço
Tocando o coração, fazendo graça
Lindo palhaço que chora escondido
Encantando o mundo já não divertido
Fazendo da dor sua grande alegria
Reinando num mundo de só poesia
Querer
Maynomy beija-flor
Passei todo o inverno
Querendo lhe dizer
Sobre o poder de um povo
Que o belo em tudo vê
Hoje me sinto leve
O vento bate no rosto
O sol doura a pele
É forte demais o gosto!
Ver como a vida é bela
É bonito o perceber
Longe, lá no horizonte
Mas pertinho de você
Sou grata pelo que tenho
Mas quero tudo ter
E o que quero todo tempo
É estar sempre com você
Passei todo o inverno
Querendo lhe dizer
Sobre o poder de um povo
Que o belo em tudo vê
Hoje me sinto leve
O vento bate no rosto
O sol doura a pele
É forte demais o gosto!
Ver como a vida é bela
É bonito o perceber
Longe, lá no horizonte
Mas pertinho de você
Sou grata pelo que tenho
Mas quero tudo ter
E o que quero todo tempo
É estar sempre com você
AMA E CUIDA
Maynomy beija-flor
Hoje descobri um jardim dentro de mim
Vi que estava sendo tomado pela erva daninha
Percebi que sofria, corri atrás pra evitar um fim
Mais duro foi perceber que era falta minha
Antes um jardim lindo...intacto...especial.,..
Imediatamente com grande rapidez
Tomei providências, cuidei do roseiral.
Já adoecido por minha estupidez
Recusava-me a acreditar naquela loucura
Na loucura de abandonar a mim mesma
Por desgostos, decepções, dores e rupturas
Desamparei minha alma indefesa
Minhas mãos inchadas ainda estão
Refiz meu jardim, hoje tem mais cor
Ora, beija flores e rosas em botão
E um coração tomado de amor
Hoje descobri um jardim dentro de mim
Vi que estava sendo tomado pela erva daninha
Percebi que sofria, corri atrás pra evitar um fim
Mais duro foi perceber que era falta minha
Antes um jardim lindo...intacto...especial.,..
Imediatamente com grande rapidez
Tomei providências, cuidei do roseiral.
Já adoecido por minha estupidez
Recusava-me a acreditar naquela loucura
Na loucura de abandonar a mim mesma
Por desgostos, decepções, dores e rupturas
Desamparei minha alma indefesa
Minhas mãos inchadas ainda estão
Refiz meu jardim, hoje tem mais cor
Ora, beija flores e rosas em botão
E um coração tomado de amor
Bruxa e fada
Maynomy beija-flor
Sou bruxa ou fada
O que precisar eu sou
Que queres de mim meu poeta
Diz logo quem sou!!??
Minha jornada é longa
Minha alma luz irradia
Por ti que me ronda
Todo tempo, noite ou dia
Afirmo-te agora amor
Sou bruxa e sou fada
Como me quiser sou
Numa noite enluarada
Sou bruxa ou fada
O que precisar eu sou
Que queres de mim meu poeta
Diz logo quem sou!!??
Minha jornada é longa
Minha alma luz irradia
Por ti que me ronda
Todo tempo, noite ou dia
Afirmo-te agora amor
Sou bruxa e sou fada
Como me quiser sou
Numa noite enluarada
HOJE TE ESPERO
A vida nos apronta cada uma... Lindos presentes!!!
Maynomy beija-flor
H oje acordei com vontade de beijar, pode!!??
O dia ensolarado conspira, sei não...!! rsrs
R isos maliciosos e serelepes me tomam, então penso:
A h... poeta menino safado, me roubou o coração!!
S eja como for culpada também sou, não foi só você ladrão...
T ambém roubei o seu, menino bobão!
E stava pensando em fazer um acordo, que tal??
E quem sabe corrigir o erro cometido? Será mesmo erro??
S e quiseres devolvo-te o coração, mesmo sem querer, devolvo-te!
P ara que o meu ter de volta, mas se não concordares
E starei como sempre aqui com pensamentos maliciados
R omperemos a linha do tempo, desafiaremos o mundo
O s limites ultrapassaremos, como ardentes apaixonados
Maynomy beija-flor
H oje acordei com vontade de beijar, pode!!??
O dia ensolarado conspira, sei não...!! rsrs
R isos maliciosos e serelepes me tomam, então penso:
A h... poeta menino safado, me roubou o coração!!
S eja como for culpada também sou, não foi só você ladrão...
T ambém roubei o seu, menino bobão!
E stava pensando em fazer um acordo, que tal??
E quem sabe corrigir o erro cometido? Será mesmo erro??
S e quiseres devolvo-te o coração, mesmo sem querer, devolvo-te!
P ara que o meu ter de volta, mas se não concordares
E starei como sempre aqui com pensamentos maliciados
R omperemos a linha do tempo, desafiaremos o mundo
O s limites ultrapassaremos, como ardentes apaixonados
Chove choro
Maynomy beija-flor
Fez tempestade em minha terra
Antes um orvalhar se fazia lindo
Ora fez-se triste o canto de guerra
Amarga a água vai se esvaindo
Como o cantar do rouxinol aprisionado
Está o coração da menina ferido
De tanto fazer esperar o amado
Perdeu-o pelo tempo perdido
Na boca, igual fel está saliva
Nó na garganta, ela sofrida chora
Pensamento perdido, sente assim
Nada dói mais que um antecipado fim
Fez tempestade em minha terra
Antes um orvalhar se fazia lindo
Ora fez-se triste o canto de guerra
Amarga a água vai se esvaindo
Como o cantar do rouxinol aprisionado
Está o coração da menina ferido
De tanto fazer esperar o amado
Perdeu-o pelo tempo perdido
Na boca, igual fel está saliva
Nó na garganta, ela sofrida chora
Pensamento perdido, sente assim
Nada dói mais que um antecipado fim
Meu Reino encontrei
Ao Reino de Pasárgada
Maynomy beija-flor
Limpo, claro como céu
Assim é hoje meu reino
Antes amargo, hoje mel
Sinto dele até o cheiro
Minha sede ele sacia
Que não é de água
È só de amor, poesia
Vida não mais árdua
Daqui não saio mais
Conservarei cada cantinho
Do quarto ao jardim, paz
Assim será meu ninho
Reino de Passárgada
Ideal de vida bem vivida
De quimeras douradas
De paz, amor e guerra vencida
Meu coração prisioneiro está
Numa prisão por mim consentida
Jurando amor eterno sem pensar
Maynomy beija-flor
Limpo, claro como céu
Assim é hoje meu reino
Antes amargo, hoje mel
Sinto dele até o cheiro
Minha sede ele sacia
Que não é de água
È só de amor, poesia
Vida não mais árdua
Daqui não saio mais
Conservarei cada cantinho
Do quarto ao jardim, paz
Assim será meu ninho
Reino de Passárgada
Ideal de vida bem vivida
De quimeras douradas
De paz, amor e guerra vencida
Meu coração prisioneiro está
Numa prisão por mim consentida
Jurando amor eterno sem pensar
Menino azulado
Maynomy beija-flor
Meu menino lindo
Com seus sonhos azuis, acinzentados, pardos
Da porta aberta vela ainda acesa fica
Mesmo em dias que salpica chuva farta mata
Deliro nos rios, matas cheias de prata
Que atraem lobos cobras e canibais
Mas arde em fogo a brasa ardente no ventre
Tigre leve pula e massacra, aquele que parecia lebre
E come, pra não comerem antes sua mente
Permanece ainda a menina, assustada e aflita
Buscando ainda encostar-se àquele que deu guarida
Num habitat que ainda corre na batida
Meu menino lindo
Com seus sonhos azuis, acinzentados, pardos
Da porta aberta vela ainda acesa fica
Mesmo em dias que salpica chuva farta mata
Deliro nos rios, matas cheias de prata
Que atraem lobos cobras e canibais
Mas arde em fogo a brasa ardente no ventre
Tigre leve pula e massacra, aquele que parecia lebre
E come, pra não comerem antes sua mente
Permanece ainda a menina, assustada e aflita
Buscando ainda encostar-se àquele que deu guarida
Num habitat que ainda corre na batida
NATUREZA
Maynomy beija-flor
Nasce menina filha da luz
Duas vidas numa cruza, enlaça.
Parte terra, n’outra quase cruz
Olhos secos trincam como vidraça
Vida que encanta e seduz
Não aceito nada que amarre mão
Viro bicho ferido, berro, pulo, grito
Assusto e mato como raio e trovão
De amor insano puro e fervente
Resta a dor por não ser tão valente
Quero curar ferida dada por vida
Saltar longe no infinito, seguir em frente
Tortura a linda menina alma pequenina
Olha o olho alheio e chora
Quer mudar natureza nobre
Mascara bate e mancha a cara
Daquela que dela foi filha, encobre
Recria vida terra nativa agora
Jaz Lucidalva luz da aurora estrela Dalva
Ora Maynomy alma índia que aflora
Filha da terra, a curumim pula e bate palma
Comunga do tudo com terra na mão
Resgatou da mulher não mais menina alma
Sou vida viva, e forte bate o coração!
Nasce menina filha da luz
Duas vidas numa cruza, enlaça.
Parte terra, n’outra quase cruz
Olhos secos trincam como vidraça
Vida que encanta e seduz
Não aceito nada que amarre mão
Viro bicho ferido, berro, pulo, grito
Assusto e mato como raio e trovão
De amor insano puro e fervente
Resta a dor por não ser tão valente
Quero curar ferida dada por vida
Saltar longe no infinito, seguir em frente
Tortura a linda menina alma pequenina
Olha o olho alheio e chora
Quer mudar natureza nobre
Mascara bate e mancha a cara
Daquela que dela foi filha, encobre
Recria vida terra nativa agora
Jaz Lucidalva luz da aurora estrela Dalva
Ora Maynomy alma índia que aflora
Filha da terra, a curumim pula e bate palma
Comunga do tudo com terra na mão
Resgatou da mulher não mais menina alma
Sou vida viva, e forte bate o coração!
Provocação
Maynomy beija-flor
Adoro quando me provocam.
Seja de luz, lamparina ou de lampião,
Mesmo sentado a beira de um caminho, um chão
Eu ando assim...Meio menino, sem rumo desatino
De repente me acho, encontro, me enrasco
De tão louca solta e viva, deliro
Frente a teus versos viajantes, mas líricos
Despachado cínico, preso, solto, livre...
Lindo viajante errante, buscando um mundo lindo
Segue no caminho que trilharei e encontrarei
Razão para buscar a luz tão querida
Seja de lâmpada ou lamparina
Aqui ainda anda esta menina.
Adoro quando me provocam.
Seja de luz, lamparina ou de lampião,
Mesmo sentado a beira de um caminho, um chão
Eu ando assim...Meio menino, sem rumo desatino
De repente me acho, encontro, me enrasco
De tão louca solta e viva, deliro
Frente a teus versos viajantes, mas líricos
Despachado cínico, preso, solto, livre...
Lindo viajante errante, buscando um mundo lindo
Segue no caminho que trilharei e encontrarei
Razão para buscar a luz tão querida
Seja de lâmpada ou lamparina
Aqui ainda anda esta menina.
(Intituled)
Naquela noite tenebrosa
Parecia enlouquecer
Ousei desejar-te um dia
Mas nunca perecer
Sonhar não é utopia,
Nem viver de fantasia.
É tão somente a espera
Do que tanto eu queria
Sonhar é princípio de tudo.
Passo primeiro a ser dado.
Rumo a qualquer futuro
Espero que certo não errado.
Sinto-me enfraquecida
Diante de tanta desilusão
Mas se há fênix, sou tudo!
Que desejar meu coração.
Maynomy beija-flor
Parecia enlouquecer
Ousei desejar-te um dia
Mas nunca perecer
Sonhar não é utopia,
Nem viver de fantasia.
É tão somente a espera
Do que tanto eu queria
Sonhar é princípio de tudo.
Passo primeiro a ser dado.
Rumo a qualquer futuro
Espero que certo não errado.
Sinto-me enfraquecida
Diante de tanta desilusão
Mas se há fênix, sou tudo!
Que desejar meu coração.
Maynomy beija-flor
Sem querer... Fluiu!
Maynomy beija-flor
Hoje estou só coração doído
Não consigo escrever
Não sai nada!
Só sinto um nó na garganta
Indo de encontro ao coração
Mas, como disse a alguém, canto.
Tristeza, não mais em mim...
Meu caminho não findou
Quando encontrar-me novamente
Volto! Meu coração leve estará! Sei.
Descobri que me amo perdidamente
E coração ditará a alegria que encontrei
Curioso...Consegui escrever sem querer
Hoje estou só coração doído
Não consigo escrever
Não sai nada!
Só sinto um nó na garganta
Indo de encontro ao coração
Mas, como disse a alguém, canto.
Tristeza, não mais em mim...
Meu caminho não findou
Quando encontrar-me novamente
Volto! Meu coração leve estará! Sei.
Descobri que me amo perdidamente
E coração ditará a alegria que encontrei
Curioso...Consegui escrever sem querer
SAUDADE
Maynomy beija-flor
Os dias estão cada vez mais longos
Já não sei o que pensar sobre ele
Distante de coração, estamos
Que sentimento então era aquele?
Não resistira à distância, ao tempo
Vejo, não tem mais flores
Estou só tristeza, lamento...
Será não ser eu digna de amores?
Pudesse eu agora iria até meu sol
Pediria a ele que brilhasse pra mim
Como o dia se entrega à noite
Como um beija flor toma o jasmim
Sei que meu é só o desejo
Dele depende o mais querer
Mas quero perder o medo
De ele não vir e ainda mais sofrer
Os dias estão cada vez mais longos
Já não sei o que pensar sobre ele
Distante de coração, estamos
Que sentimento então era aquele?
Não resistira à distância, ao tempo
Vejo, não tem mais flores
Estou só tristeza, lamento...
Será não ser eu digna de amores?
Pudesse eu agora iria até meu sol
Pediria a ele que brilhasse pra mim
Como o dia se entrega à noite
Como um beija flor toma o jasmim
Sei que meu é só o desejo
Dele depende o mais querer
Mas quero perder o medo
De ele não vir e ainda mais sofrer
PAIXÃO
Maynomy beija-flor
Os mistérios da paixão conheço.
Dizer que são doces... Serenos... Não posso!!
Estou conhecendo o inferno da paixão
Não sei o que me toma ou o que com voracidade tomo
Senão o de paixão
Impulsiona-nos e abate.
Tomada estou!
Como bicho acuado num beco sem saída...
Assim estou!
O que é isso que nos seduz e pede liberdade?
O que é isso que nos rouba a lucidez
E ainda assim nos deixa com vontade de perdê-la?
Contrariando todo meu ser sou pedida... Tomada... Perdida.
Rendo-me... Entrego-me...
Como folhas ao vento, sou levada...
Como as correntezas dos rios estou...
Vou até onde quiseres que deságüe
Até onde deixares... Vou!
Os mistérios da paixão conheço.
Dizer que são doces... Serenos... Não posso!!
Estou conhecendo o inferno da paixão
Não sei o que me toma ou o que com voracidade tomo
Senão o de paixão
Impulsiona-nos e abate.
Tomada estou!
Como bicho acuado num beco sem saída...
Assim estou!
O que é isso que nos seduz e pede liberdade?
O que é isso que nos rouba a lucidez
E ainda assim nos deixa com vontade de perdê-la?
Contrariando todo meu ser sou pedida... Tomada... Perdida.
Rendo-me... Entrego-me...
Como folhas ao vento, sou levada...
Como as correntezas dos rios estou...
Vou até onde quiseres que deságüe
Até onde deixares... Vou!
MULHERES MARIAS
Homenagem á vc mulher guerreira
Maynomy beija-flor
M ais que qualquer outro tema nos
U ltimos tempos, nós mulheres encabeçamos a
L ista, já não mais cantadas só em versos, os
H omens têm sido obrigados a reconhecer
E se renderem à nossa capacidade, inteligência,
R ompemos a barreira, meio que na marra, da
E xclusão, das injustiças e das desigualdades
S omos forte sim, lutadoras em potencial
M ães que lutam pelos filhos, que
A poiam seus maridos, namorados, amigos
R iem quando sentem vontade de chorar
I ncentivam quando se faz necessário lutar
A mam sem deixar-se perder nesse mar de
S al, assim é nossa vida sofrida...amada...florida...
Maynomy beija-flor
M ais que qualquer outro tema nos
U ltimos tempos, nós mulheres encabeçamos a
L ista, já não mais cantadas só em versos, os
H omens têm sido obrigados a reconhecer
E se renderem à nossa capacidade, inteligência,
R ompemos a barreira, meio que na marra, da
E xclusão, das injustiças e das desigualdades
S omos forte sim, lutadoras em potencial
M ães que lutam pelos filhos, que
A poiam seus maridos, namorados, amigos
R iem quando sentem vontade de chorar
I ncentivam quando se faz necessário lutar
A mam sem deixar-se perder nesse mar de
S al, assim é nossa vida sofrida...amada...florida...
RECIPROCIDADE
Maynomy beija-flor
R adiantes iam os dois enamorados
E legantemente vestidos com as mais lindas
C ores, cobrindo-lhes os corpos
I nocentes, eram como crianças a
P ular pelos campos verdes, sem nada pensar
R ostos com risos serenos e constantes como
O s rios perenes, lindos e cristalinos
C orações ligados pelo elo da amor
I ncapazes de quererem-se mal
D iamantes raros, eles são
A creditem! Em meio ao mundo que nos cerca
D eus insiste em nos mostrar que basta querer
E conseguiremos amar assim...Nós...Juntos...Igual...
R adiantes iam os dois enamorados
E legantemente vestidos com as mais lindas
C ores, cobrindo-lhes os corpos
I nocentes, eram como crianças a
P ular pelos campos verdes, sem nada pensar
R ostos com risos serenos e constantes como
O s rios perenes, lindos e cristalinos
C orações ligados pelo elo da amor
I ncapazes de quererem-se mal
D iamantes raros, eles são
A creditem! Em meio ao mundo que nos cerca
D eus insiste em nos mostrar que basta querer
E conseguiremos amar assim...Nós...Juntos...Igual...
Triste
Maynomy beija-flor
Já fazia algum tempo que não acordava assim, triste.
Passei o dia inteiro tentando entender o motivo
Atribui ao tempo nublado, à correria que persiste,
Mas nada justificava aquele sentimento corroendo meu peito
È noite agora, tento mais uma vez compreender o q se passa comigo
e finalmente veio a resposta...
É por você amor, pela tua falta, por tua ausência e pela saudade já
sentida de um momento ainda não ocorrido.
È o coração já ressentido de uma falta absurdamente doída
e que insiste em dizer: Te gosto, ainda que assim....
Já fazia algum tempo que não acordava assim, triste.
Passei o dia inteiro tentando entender o motivo
Atribui ao tempo nublado, à correria que persiste,
Mas nada justificava aquele sentimento corroendo meu peito
È noite agora, tento mais uma vez compreender o q se passa comigo
e finalmente veio a resposta...
É por você amor, pela tua falta, por tua ausência e pela saudade já
sentida de um momento ainda não ocorrido.
È o coração já ressentido de uma falta absurdamente doída
e que insiste em dizer: Te gosto, ainda que assim....
Malditos
Maynomy beija-beija
Malditos os que ignoram
Os meninos famintos de tudo
As faltas, já não suportam.
Querem pelo menos estudo
Vão à escola, estudar... Nada!
Apostam numa comida
Que se desviada não for
Melhorará sua vida
Pelo menos hoje, só hoje!
Querem comer tentar crescer,
Não querem morrer
Assim... Tão cedo...
Outros assistem a tudo
Como num espetáculo absurdo
E de desgraça em desgraça
Aplaudem o estapafúrdio
Malditos os que ignoram
Os meninos famintos de tudo
As faltas, já não suportam.
Querem pelo menos estudo
Vão à escola, estudar... Nada!
Apostam numa comida
Que se desviada não for
Melhorará sua vida
Pelo menos hoje, só hoje!
Querem comer tentar crescer,
Não querem morrer
Assim... Tão cedo...
Outros assistem a tudo
Como num espetáculo absurdo
E de desgraça em desgraça
Aplaudem o estapafúrdio
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