Faíscas azuis são as íris
Frio palos desembocam no ar
Congelando imagens, até sorrires...
O mundo se abre ao mar!
O gelo de seus olhos derretem
Ilumina a face alva
Ao sorriso de criança cedem
A inocência de lábios condenava.
A graciosidade de seus sons
Submetem-me a ver
Em ti outros tons
Que antes não pude ler
Pois pelas faíscas fui arrebatado
Hipnotizou, trancou, fiquei encantado.
Gabriel Ramos
Mostrando postagens com marcador Gabriel Ramos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Gabriel Ramos. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
(no intituled)
Castidade ardente intocada
Mescla-se a lúgubre vertigem
Que arroja pensamentos na enseada
Dessa praia anatômica virgem.
Corais cultâneos respirem minhas cores!
Nessa pintura surreal translúcida
Imaculada paisagem onírica
Onde refugio os arco-íris desse sois
Que imagino haverem fora da caminhada
Que antes fosse faróis de minha amada.
Gabriel Ramos
Mescla-se a lúgubre vertigem
Que arroja pensamentos na enseada
Dessa praia anatômica virgem.
Corais cultâneos respirem minhas cores!
Nessa pintura surreal translúcida
Imaculada paisagem onírica
Onde refugio os arco-íris desse sois
Que imagino haverem fora da caminhada
Que antes fosse faróis de minha amada.
Gabriel Ramos
Portos
Tenho visto a desgraça de meus portos
Navios estonteantes (todos recheados )
No alçapão de seus cascos
Jorravam aromas alucenógenos
Entorpeciam, enlouqueciam
Faria dependente os castos puros
Falsos castos (eu),faziam condenados
"Que joguem a âncora!"
Gritam os marinheiros
Eu afundo
Agora sou dependente desse perfume
Sinto o cheiro rondar-me os lábios seus
De olho no teto imagino formas (entrelaçadas)
Sonho e realidade eis meu doce amalgama
Esse porto defasado cheio ratos do mar
Correndo de lá pra cá
O porto está vazio
Raia no horizonte uma nau azul
É pequena, os ventos lhes seguram os braços
Trazem-na ao cais
Sua corneta me agrada aos ouvidos
Hipnotiza
Seu holofote faiscante prende minha fronte
Não, não dessa vez não é perfume
É o encanto das almas
O soneto dos corações.
Gabriel Ramos
Navios estonteantes (todos recheados )
No alçapão de seus cascos
Jorravam aromas alucenógenos
Entorpeciam, enlouqueciam
Faria dependente os castos puros
Falsos castos (eu),faziam condenados
"Que joguem a âncora!"
Gritam os marinheiros
Eu afundo
Agora sou dependente desse perfume
Sinto o cheiro rondar-me os lábios seus
De olho no teto imagino formas (entrelaçadas)
Sonho e realidade eis meu doce amalgama
Esse porto defasado cheio ratos do mar
Correndo de lá pra cá
O porto está vazio
Raia no horizonte uma nau azul
É pequena, os ventos lhes seguram os braços
Trazem-na ao cais
Sua corneta me agrada aos ouvidos
Hipnotiza
Seu holofote faiscante prende minha fronte
Não, não dessa vez não é perfume
É o encanto das almas
O soneto dos corações.
Gabriel Ramos
(no intituled)
I
A incrível capacidade de orar sandices
faz-me d virtude a mais gulosa
Quando havia o tempo, fechei as pálpebras
Tive de fazê-lo por hormônios em êxtase
Tinha visão centrada digna de um cavalo
As vendas se foram...
Abri os olhos há uma nova luz
E vi tudo parecer roto e ocioso
Essa paisagem nada me seduz
Para fixar-me as raízes majestoso
Não, não, não serei carvalho velho
Serei o vento, espírito livre
Bailando nos mares
Como "le bateau ivre"
Indo mais rápido que meus pés
II
No meio dessa polvorosa turbulenta
Refaz-se a visão distante do sol
Vi um pássaro noturno
Piando na noite soturno
Era uma gralha agourenta
Voando na luz do farol.
Gabriel Ramos
A incrível capacidade de orar sandices
faz-me d virtude a mais gulosa
Quando havia o tempo, fechei as pálpebras
Tive de fazê-lo por hormônios em êxtase
Tinha visão centrada digna de um cavalo
As vendas se foram...
Abri os olhos há uma nova luz
E vi tudo parecer roto e ocioso
Essa paisagem nada me seduz
Para fixar-me as raízes majestoso
Não, não, não serei carvalho velho
Serei o vento, espírito livre
Bailando nos mares
Como "le bateau ivre"
Indo mais rápido que meus pés
II
No meio dessa polvorosa turbulenta
Refaz-se a visão distante do sol
Vi um pássaro noturno
Piando na noite soturno
Era uma gralha agourenta
Voando na luz do farol.
Gabriel Ramos
(no itituled)
A eternidade de um toque
Achado na imensidão de seu sorriso
Recobre-se os labios de lençois florados
Ao agacharce na boca, e dormir na tua lingua
E por onde foi todo o brilho?
Para onde vai todo o sol?
Repousam tranquilos no abrir de teus cilios
Gabriel Ramos
Achado na imensidão de seu sorriso
Recobre-se os labios de lençois florados
Ao agacharce na boca, e dormir na tua lingua
E por onde foi todo o brilho?
Para onde vai todo o sol?
Repousam tranquilos no abrir de teus cilios
Gabriel Ramos
(no intituled)
Segue uma linha traçada no céu
Um feixe brilhante de um farol
Ilumina os segredos de um véu
Alvo,diario de faraó
O tempo é eterno, nos somos feitos de pó.
Gabriel Ramos
Um feixe brilhante de um farol
Ilumina os segredos de um véu
Alvo,diario de faraó
O tempo é eterno, nos somos feitos de pó.
Gabriel Ramos
Monge copista
Numa infinidade
de recortes, retalhos
a solidão invade
picotando a memória em atalhos
O céu esta longe
mais perto que o mar
numa abadia de um monge
talvez seja meu lugar
Iluminado pela lampada
amarelada com rascunhos
rabisco imagens com os punhos
Gabriel Ramos
de recortes, retalhos
a solidão invade
picotando a memória em atalhos
O céu esta longe
mais perto que o mar
numa abadia de um monge
talvez seja meu lugar
Iluminado pela lampada
amarelada com rascunhos
rabisco imagens com os punhos
Gabriel Ramos
O que é esse feitiço?
Desabam as pétalas rroseas, perfume
Possuindo o ar com seu odor divino
De doce latência me consome
Acalorando o coração de menino
Não há motivos concretos
Não há razões iluminadas
Não há errados nem certos
Somente a alma enamorada
E assim vai a flor rosada
Nascida quando? não me lembro
Voando mais alto, pétalas aladas
Ela se vai no mês de dezembro
Deixara saudades depois do sumiço
Será que sei, o que é esse feitiço?
Gabriel Ramos
Possuindo o ar com seu odor divino
De doce latência me consome
Acalorando o coração de menino
Não há motivos concretos
Não há razões iluminadas
Não há errados nem certos
Somente a alma enamorada
E assim vai a flor rosada
Nascida quando? não me lembro
Voando mais alto, pétalas aladas
Ela se vai no mês de dezembro
Deixara saudades depois do sumiço
Será que sei, o que é esse feitiço?
Gabriel Ramos
(no intituled)
São sorrisos de palhaço
Mostrando dentes esganiçados
De poços foscos amordaçados
arregalando olhos com roxo inchaço
São luzes fortes
Feito fitas pretas
Que caem em cortes
Dilacerando minhas facetas
A pele de uma manha pura
Tem sabor de leite quente
E se afoga na luz de sua cura
Enquanto há sonho decente
Irei como o vento na noite serena
Carregando nos olhos visões distantes
Buscarei na foz do luar uma Helena
E um sonho me tragara por um instante
Subirei a serra sem ser semente
Somarei sorrisos a semblantes
Sonharei selvagens soluções
Sumindo sorrisos em sensações sonhantes
E assim irei com o vento em meu encalço
E o peito só com um pensamento
Seguir sonhos nos faz reais
Qual é o meu sonho?
Gabriel Ramos
Mostrando dentes esganiçados
De poços foscos amordaçados
arregalando olhos com roxo inchaço
São luzes fortes
Feito fitas pretas
Que caem em cortes
Dilacerando minhas facetas
A pele de uma manha pura
Tem sabor de leite quente
E se afoga na luz de sua cura
Enquanto há sonho decente
Irei como o vento na noite serena
Carregando nos olhos visões distantes
Buscarei na foz do luar uma Helena
E um sonho me tragara por um instante
Subirei a serra sem ser semente
Somarei sorrisos a semblantes
Sonharei selvagens soluções
Sumindo sorrisos em sensações sonhantes
E assim irei com o vento em meu encalço
E o peito só com um pensamento
Seguir sonhos nos faz reais
Qual é o meu sonho?
Gabriel Ramos
(no intituled)
Sinto um calor roer os ossos
Uma cegueira comer as córneas
Deixando apenas destroços
De uma lembrança de viver
Caiu um
Eu vi um poeta se afogar
Nos devaneios de sua lira
Tinha olhos carnais de puro afagar
Entoava canções fúnebres enquanto morria
Tomando banho em ondas devassas da escuma fria
“um ultimo copo de castidade
Preciso regar minha mocidade
Pois castelos tardam
Pois caminhos lavam
Amanha será de novo sol?
Talvez tenha nuvens brancas
E moças belas com suas tranças
A me enfeitiçar com suas danças
E se de um amor minha alma encontrar
cantarei feliz os lírios dessa dor
que enquanto eu te amar
nunca será desfeito o nosso amor”
Sou o lírio e pétala de rosa
Sou o perfume e a flor
Sou tua vida e dor
enfim sou seu maior amor
Gabriel Ramos
Uma cegueira comer as córneas
Deixando apenas destroços
De uma lembrança de viver
Caiu um
Eu vi um poeta se afogar
Nos devaneios de sua lira
Tinha olhos carnais de puro afagar
Entoava canções fúnebres enquanto morria
Tomando banho em ondas devassas da escuma fria
“um ultimo copo de castidade
Preciso regar minha mocidade
Pois castelos tardam
Pois caminhos lavam
Amanha será de novo sol?
Talvez tenha nuvens brancas
E moças belas com suas tranças
A me enfeitiçar com suas danças
E se de um amor minha alma encontrar
cantarei feliz os lírios dessa dor
que enquanto eu te amar
nunca será desfeito o nosso amor”
Sou o lírio e pétala de rosa
Sou o perfume e a flor
Sou tua vida e dor
enfim sou seu maior amor
Gabriel Ramos
(no intituled)
Tardam os dias a passar
Pois não temos cruzeiro do sul
repousa tranqüilo um adormecido
vaga nas ondas de oceano azul
Costumavam haver sereias
os mares cantavam a tranqüilidade
caiu um no sol da eternidade
eu vi um mundo parar suas barreiras
caiu um
Não vimos arvores feitas de cobre
os bosques morreram
O sol roubou a luz que descobre
O sussurro que sofreram
caiu um
Fecham-se as pálpebras no vento frio
Percorrendo o corpo flutuante
em doce calafrio
Um devaneio por um instante
Caiu um
Uma lua vermelha se levantou
Abraçou o sol na vista boreal
Uma noiva então leal
E para seu noivo assim cantou
“Era uma noite de lua quando vi lábios teus
tocou minha mão e me prometeu
que pra sempre seria meu
Levou-me para casa me falou de historias
Tinha folhas amarelas como crista de galo
Olhou-me nos olhos e me falou
de novos suspiros, de contos de amor “
Gabriel Ramos
Pois não temos cruzeiro do sul
repousa tranqüilo um adormecido
vaga nas ondas de oceano azul
Costumavam haver sereias
os mares cantavam a tranqüilidade
caiu um no sol da eternidade
eu vi um mundo parar suas barreiras
caiu um
Não vimos arvores feitas de cobre
os bosques morreram
O sol roubou a luz que descobre
O sussurro que sofreram
caiu um
Fecham-se as pálpebras no vento frio
Percorrendo o corpo flutuante
em doce calafrio
Um devaneio por um instante
Caiu um
Uma lua vermelha se levantou
Abraçou o sol na vista boreal
Uma noiva então leal
E para seu noivo assim cantou
“Era uma noite de lua quando vi lábios teus
tocou minha mão e me prometeu
que pra sempre seria meu
Levou-me para casa me falou de historias
Tinha folhas amarelas como crista de galo
Olhou-me nos olhos e me falou
de novos suspiros, de contos de amor “
Gabriel Ramos
(no intituled)
Não tenho mais carinho em meu nome
Tenho só os flancos partidos
Ou talvez tenhamos delinqüido
Esse nosso amor que some
Venhamos de flores secas murcham
Tardam cores na aurora de primavera
Caem nos vento e se machucam
Cantos tristes de minha era
Por vasos largos castanhos
Deleito correntes que me consomem
Outro canto de estranhos
Talvez um dia ainda se amem!
Em vasos nunca lidos
Tenho perfumes ternos e contidos
Celebres aromas de pomar
Tragam ninfas das águas do mar
Floreiam dançam e choram
Vestes lindas de turquesa fria
Sonetos funestos de outros fossem
Dessem fim nessa minha agonia
Estrelas serenas de pingos de chuva
Abrande meu peito dessa fulgura
Coloquem nos lábios verdes uvas
E que seja doce minha candura
Solenes, volúpicos, apocalípticos amores
Cães que ladram, mordem minhas flores
Gabriel Ramos
Tenho só os flancos partidos
Ou talvez tenhamos delinqüido
Esse nosso amor que some
Venhamos de flores secas murcham
Tardam cores na aurora de primavera
Caem nos vento e se machucam
Cantos tristes de minha era
Por vasos largos castanhos
Deleito correntes que me consomem
Outro canto de estranhos
Talvez um dia ainda se amem!
Em vasos nunca lidos
Tenho perfumes ternos e contidos
Celebres aromas de pomar
Tragam ninfas das águas do mar
Floreiam dançam e choram
Vestes lindas de turquesa fria
Sonetos funestos de outros fossem
Dessem fim nessa minha agonia
Estrelas serenas de pingos de chuva
Abrande meu peito dessa fulgura
Coloquem nos lábios verdes uvas
E que seja doce minha candura
Solenes, volúpicos, apocalípticos amores
Cães que ladram, mordem minhas flores
Gabriel Ramos
(no intituled)
O amor voltou ao meu peito
Tranqüilo e sereno feito rosas bravas
Tinham nos olhos lágrimas felizes de seu leito
Por que chegaste nuvens alvas?
Desse amor que tenho direito
Arde e queima espinhos em meu peito
Sorrio e deito um sonho eterno
De mais um longo devaneio
Gabriel Ramos
Tranqüilo e sereno feito rosas bravas
Tinham nos olhos lágrimas felizes de seu leito
Por que chegaste nuvens alvas?
Desse amor que tenho direito
Arde e queima espinhos em meu peito
Sorrio e deito um sonho eterno
De mais um longo devaneio
Gabriel Ramos
Abra fogo
Tem rochas escaldadas por correntes perenes
O sol queima mais que o todo
Outra complicada compilação de nada
Sobra de pedras de tufões e tormentas
Destroços da ultima queima do sol
Eu não posso olhar para outro lado
Nunca morre, não há erro
Há formigas vermelhas
Estridentes serelepes a caminho de casa
Poe o mundo dentro de uma brasa
Deitada sob um deus do sol
Clama clarões a estalos de trovões
Não pode se esvanecer
Tens mundos para terminar de manter
As vergonhas na estrada morreram
Coloque em um bebê a esperança da realidade
Faça dessa promessa uma nova mocidade
Ou tardam sois negros que logo chegaram
Crucifique minha memória
Com espólios de guerras santas
No calor do vulcão de minha mantra
Cante sabores de minha história
Gabriel Ramos
O sol queima mais que o todo
Outra complicada compilação de nada
Sobra de pedras de tufões e tormentas
Destroços da ultima queima do sol
Eu não posso olhar para outro lado
Nunca morre, não há erro
Há formigas vermelhas
Estridentes serelepes a caminho de casa
Poe o mundo dentro de uma brasa
Deitada sob um deus do sol
Clama clarões a estalos de trovões
Não pode se esvanecer
Tens mundos para terminar de manter
As vergonhas na estrada morreram
Coloque em um bebê a esperança da realidade
Faça dessa promessa uma nova mocidade
Ou tardam sois negros que logo chegaram
Crucifique minha memória
Com espólios de guerras santas
No calor do vulcão de minha mantra
Cante sabores de minha história
Gabriel Ramos
Danças
As rosas dançam seu tango vermelho
Levando as nuvens suas cores pulsantes
Mergulham o horizonte em sua nefasta dança
As pétalas levam seu aroma por pastos verdejantes
O sol ecoa o luzir de seus raios
Eclodindo o campo em nova dança de cores
Lírios nascem na aurora
Margaridas mostram sorrisos e rubores
Abre as asas da manha um mosaico de mil flores
Gabriel Ramos
Levando as nuvens suas cores pulsantes
Mergulham o horizonte em sua nefasta dança
As pétalas levam seu aroma por pastos verdejantes
O sol ecoa o luzir de seus raios
Eclodindo o campo em nova dança de cores
Lírios nascem na aurora
Margaridas mostram sorrisos e rubores
Abre as asas da manha um mosaico de mil flores
Gabriel Ramos
(no intituled)
A mulher dos sonhos
Teve as asas cortadas
Para rastejar sobre o ventre perfumado
De serpente amor inflamado
Entrelaçando-se em arvores
Coloridas por belas flores
Coleciona vitimas
Como coleciona cores
Mas sempre sorri com veneno novo
De volupcos amores
Gabriel Ramos
Teve as asas cortadas
Para rastejar sobre o ventre perfumado
De serpente amor inflamado
Entrelaçando-se em arvores
Coloridas por belas flores
Coleciona vitimas
Como coleciona cores
Mas sempre sorri com veneno novo
De volupcos amores
Gabriel Ramos
Flor do mar
Uma estrela desceu do céu caindo em ondas
Despertando o casar da aurora com sons de gaivotas
Entregando-lhe nos olhos as luzes de coral
Querubins te tocam a boca de sorriso fértil
Mostram-se tuas constelações
Desligue a luz a noite chega
Luna se esbalda em cantos de serenos caudalosos
Marfins viajantes da escuma fria
Deleitando tempestade em abonança
E a voz de fada do mar ecoa
Pelo deserto de imensidão de oceano crescente
Chuva chega despindo céu de borrões alvos
Entre nuvens da alvorada caindo sol de vestes coloridas
Abre o rei o ébano da dama pálida
E no meio de tormentos sonhados
Uma flor acalenta o mar com doce perfume de minerva
Cobre-te os sentidos no amor de sua dança
Sete nuvens sobrevoam seu colo formoso
Seus cabelos trazem perolas brancas
A flor nasce do mar
Quando anjos cantam nos teus ouvidos
A chegada da alvorada de caos a teu leito caloroso
A te roubar um toque de seus lábios amados
O vento leva o sonho para onde o mar mandar
Gabriel Ramos
Despertando o casar da aurora com sons de gaivotas
Entregando-lhe nos olhos as luzes de coral
Querubins te tocam a boca de sorriso fértil
Mostram-se tuas constelações
Desligue a luz a noite chega
Luna se esbalda em cantos de serenos caudalosos
Marfins viajantes da escuma fria
Deleitando tempestade em abonança
E a voz de fada do mar ecoa
Pelo deserto de imensidão de oceano crescente
Chuva chega despindo céu de borrões alvos
Entre nuvens da alvorada caindo sol de vestes coloridas
Abre o rei o ébano da dama pálida
E no meio de tormentos sonhados
Uma flor acalenta o mar com doce perfume de minerva
Cobre-te os sentidos no amor de sua dança
Sete nuvens sobrevoam seu colo formoso
Seus cabelos trazem perolas brancas
A flor nasce do mar
Quando anjos cantam nos teus ouvidos
A chegada da alvorada de caos a teu leito caloroso
A te roubar um toque de seus lábios amados
O vento leva o sonho para onde o mar mandar
Gabriel Ramos
Chuva de uma amiga
Chuva borra o céu de cinza
Sua aquarela tem cor de água
A musica tem som de trovão
E sem resplandece uma luz e clarão
Tem caminhos escuros e alvos
Sua boca mostra dentes arco-íris
E sempre abre um sorriso colorido
Quando cansa de chorar por seu marido
Suas cores têm sete formas de cantar
Cada tom traz uma temporada
Talvez seja esteja apaixonada
Gabriel Ramos
Sua aquarela tem cor de água
A musica tem som de trovão
E sem resplandece uma luz e clarão
Tem caminhos escuros e alvos
Sua boca mostra dentes arco-íris
E sempre abre um sorriso colorido
Quando cansa de chorar por seu marido
Suas cores têm sete formas de cantar
Cada tom traz uma temporada
Talvez seja esteja apaixonada
Gabriel Ramos
(no intituled)
Eu vi um sonho
Ela tinha olhos doces de correntes navegáveis
Sua cor fazia o rodopiar de luzes
Bailando valsas em lustre de cristal
Seus lábios tinham uma cor rubra
E seu desalento ficou esquecido
Pétalas dançavam
Na harmonia de seus quadris
Seus olhos mantinham a lua dentro do mar
O casamento de uma grande aurora amarela
Eu vi castanhos de rei do sol
Vi um sonho me tragar
Para um leve despertar
De pálpebras roubadas
De asas de colibris
Gabriel Ramos
Ela tinha olhos doces de correntes navegáveis
Sua cor fazia o rodopiar de luzes
Bailando valsas em lustre de cristal
Seus lábios tinham uma cor rubra
E seu desalento ficou esquecido
Pétalas dançavam
Na harmonia de seus quadris
Seus olhos mantinham a lua dentro do mar
O casamento de uma grande aurora amarela
Eu vi castanhos de rei do sol
Vi um sonho me tragar
Para um leve despertar
De pálpebras roubadas
De asas de colibris
Gabriel Ramos
(no intituled)
Lago coberto de folhas secas
Tinha um ar de antigo cometa
Que a cada lua só mostra seu dente
Ele come estrelas e coleciona planetas
Folhas vermelhas tinham a vida deixada de suas bordas
Dançavam na languidez do espelho d’água
Barcos escarlates na imensidão de verdes poços
E seus lemes foram levantados
Eles então subiram no vento
Todos dispersos todos acordados
O verde subiu a ponte
E uma menina brincava com barcos de folhas
O vermelho lhe engolia
Ela comia pedras como quem mastiga nozes
Avolumou-se na sua boca
Feito pecados atrozes
Você viu o lago
Você viu a menina
Falo de meus olhos
Gabriel Ramos
Tinha um ar de antigo cometa
Que a cada lua só mostra seu dente
Ele come estrelas e coleciona planetas
Folhas vermelhas tinham a vida deixada de suas bordas
Dançavam na languidez do espelho d’água
Barcos escarlates na imensidão de verdes poços
E seus lemes foram levantados
Eles então subiram no vento
Todos dispersos todos acordados
O verde subiu a ponte
E uma menina brincava com barcos de folhas
O vermelho lhe engolia
Ela comia pedras como quem mastiga nozes
Avolumou-se na sua boca
Feito pecados atrozes
Você viu o lago
Você viu a menina
Falo de meus olhos
Gabriel Ramos
Assinar:
Postagens (Atom)
